O preço do avanço
Em Goiás você ainda pode esbarrar com emas de quase 1,70 de altura, como esta da foto. Há também criaturas incríveis como jaguatiricas, onças pretas, pardas e pintadas, quatis, tamanduás, carcarás, jacarés, sucuris e uma infinidade de criaturas capazes de deixar qualquer um espantado. Mas eles estão desaparecendo rápido por causa da agricultura e da pecuária.
Esta teve sorte, nasceu no coração da Unidade Agro Ecológica Santa Branca, exemplo bem sucedido de que é possível produzir em larga escala sem o uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos, gerar riqueza-renda-empregos-impostos, promover cultura e educação, promover o bem estar das pessoas e preservar a vida animal e vegetal, manter a saúde da terra, do sub-solo e da atmosfera, das águas e veredas e até dos elementos sutís às vezes imperceptíveis que também compõem a vida no planeta. Em outras palavras, é uma experiência que aplica na prática o desenvolvimento sustentável.
E quem tiver a oportunidade de trocar uma palavrinha com o Jeremias Lunardelli, visionário que criou e mantém o lugar, verá que ainda é possível fazer desse mundo um lugar muito melhor, mas que não há um minuto a perder.
Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 21h39
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