Sóstenes Antônio de Arruda
   
 
   



BRASIL, Homem, de 36 a 45 anos, sostenes.arruda@uol.com.br
 

  Histórico
 05/04/2009 a 11/04/2009
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 16/11/2008 a 22/11/2008
 19/10/2008 a 25/10/2008
 07/09/2008 a 13/09/2008

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Desconforto nos ares

Desde o acidente com o vôo 1907 da Gol o transporte aéreo no Brasil tornou-se uma opção desconfortável, estressante e imprevisível. Os atrasos absurdos e cada vez mais constantes e o crescente cancelamento de vôos deixam clara a ineficiência dos serviços de controle, fiscalização e segurança do tráfego aéreo.

Milhares de executivos, técnicos, profissionais liberais e empresários utilizam o transporte aéreo diariamente com objetivos profissionais e, apesar do custo elevado, não podem confiar na pontualidade e tampouco na segurança dos vôos. Isso gera um impacto violento nos negócios, impõe um prejuízo vultoso para o setor privado e compromete as metas de crescimento do próprio Estado.

Para complicar o quadro, a falta de informações claras e precisas, a demora na apresentação de um plano consistente para enfrentar e debelar a crise, geram uma sensação de insegurança difícil de ser ignorado pelos usuários habituais. Sem falar nas teorias conspiratórias que começam a pipocar, difundindo bobagens incríveis a respeito do que poderia ter determinado a tragédia com o vôo 1907.

A tragédia foi motivada pela ineficiência dos serviços de controle, fiscalização e segurança do tráfego aéreo. É verdade que isso é muito grave e inadmissível, mas é igualmente verdade que é um problema que pode ser resolvido, desde que os fatos sejam encarados com objetividade e medidas eficazes sejam tomadas imediatamente.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 10h32
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Todo dia

Correr, viajar, trabalhar, fazer tanta coisa e ao mesmo tempo ficar com aquele sentimento de que ficou faltando alguma coisa. É difícil, às vezes, ter a segurança de que tudo foi feito como deveria.

Olhar para os lados pra saber quem de fato está junto, mirar os objetivos no horizonte pra ter a certeza de que o rumo está correto, enfrentar dificuldades surpreendentes com recursos mínimos, e se sobrar algum tempo fazer aquilo que realmente se deseja.

E sobre as cinzas do que não se realizou seguir em frente, caminhando e sonhando.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 21h46
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