Sóstenes Antônio de Arruda
   
 
   



BRASIL, Homem, de 36 a 45 anos, sostenes.arruda@uol.com.br
 

  Histórico
 05/04/2009 a 11/04/2009
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 16/11/2008 a 22/11/2008
 19/10/2008 a 25/10/2008
 07/09/2008 a 13/09/2008

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A última da noite do pai coruja.

Ana Luíza Arruda, Campeã da Liga Goiâna de Volei alugando o Juiz de Rede.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 21h39
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Antes que me esqueça

O que disse ainda agora não significa que não entenda o que, de fato, acontece. O que irrita, no entanto, é a mania paranóica dos políticos em querer fazer parecer que, antes de se tornarem deidades, apenas o vazio predominava, e que tudo o que os brasileiros construíram à custa de muito sacrifício, decorreu exclusivamente de sua divina vontade e intercessão.

É ou não é irritante?



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 21h20
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A fala do Presidente.

O pronunciamento do presidente Lula em cadeia de rádio e televisão sobre o Dia do Trabalho não trouxe nenhuma novidade sobre a República. Revela, contudo, que os brasileiros continuarão obrigados a tirar da própria carne, sacrificando suas famílias no limite do que podem suportar - muitos não suportam, sucumbem - em nome do esforço coletivo que há décadas defende a estabilidade econômica e as Instituições, em detrimento da população.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 19h20
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Papo cabeça

Estava saindo de casa e enquanto jogava uma gandola na carcaça vi uma parte da repostagem sobre os filmes do Alfred Hitchcock, no programa Metrópole, da TV Cultura. Os comentários de cinéfilos sobre os principais filmes do mestre do suspense me fizeram lembrar que na infância ou pouco mais assisti quase todos eles na "Seção da Tarde" ou na "Seção de Gala". Putz! Quantas vezes deixei de estudar ou fazer as tarefas da escola, ou ia dormir de madrugada entretido por todos aqueles filmes. Mas valeu a pena.

O que achei interessante foi o comentário final de um dos tais estudiosos ou simplesmente amantes do cinema. Segundo ele, quando morer gostaria de encontrar o Hitchcock e conversar com ele um pouco sobre aqueles filmes geniais. Achei mesmo interessante o ponto a que pode chegar uma paixão, fazendo o cara planejar para além da vida, e isso me fez pensar se haveria alguém com quem eu quisesse ter uma conversa post mortem.

Pensei, pensei e cheguei à conclusão de que, talvez, procurasse Adolf Hitler apenas para dizer a ele o quanto eu o considero um assassino estúpido e incompetente.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 21h36
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Oi Andreia!

Sabe, hoje estava querendo muito falar com você. Aliás já não é de hoje que estou sentindo sua falta. Falta daquelas longas conversas sobre tudo, de ficar olhando para você enquanto sua boca professava confissões inconfensáveis. Então liguei, mas não me satisfiz. Te queria mais perto...

Toma uma cerveja comigo?



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 21h32
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