Enfim...
Não houve meio de convencer a Juliana a ficar mais tempo em Goiânia. Ela terminou o trabalho que veio fazer aqui e suas outras obrigações a chamavam de volta à Brasília. Fiquei triste, confesso. É claro que são apenas 250 quilômetros de distância e vou continuar a vê-la sempre. Viajar a Brasília, aliás, não é nenhum sacrifício e, depois, sempre vou lá à trabalho. Mas receio que agora, quando cada um segue seu próprio caminho em seus respectivos lugares, e com pouco tempo para dispensar um ao outro, a possibilidade de continuar com ela se perca.
Enquanto ela esteve aqui permaneci por perto e não perdi nenhuma oportunidade de surpreendê-la com cafés no Café com Flores e longas conversas no Vaca Brava no fim da tarde... DVD com cerveja e salaminho... Sem nenhum compromisso e um tanto casuais, essas ocasiões eram todas muito especiais e proporcionaram prazeres difíceis de descrever.
Some não, Juliana.
Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 10h45
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