Sóstenes Antônio de Arruda
   
 
   



BRASIL, Homem, de 36 a 45 anos, sostenes.arruda@uol.com.br
 

  Histórico
 05/04/2009 a 11/04/2009
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 16/11/2008 a 22/11/2008
 19/10/2008 a 25/10/2008
 07/09/2008 a 13/09/2008

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E o passarinheiro quedou

Não deu outra. Como eu cria o passarinheiro simplesmente curvou-se. Toda Graça ao Senhor.

Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 22h58
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Amanhã...

Os últimos meses têm sido densos, intensos, estressantes. Amanhã será um dia decisivo, pois com um pouco de sorte posso resolver coisas importantes que podem mudar o rumo da minha vida. Antes, contudo, terei que superar muitas dificuldades e por à prova os preparativos que fiz até agora. Existe uma possibilidade razoável de que o desfecho ainda fique para uma outra ocasião, mas será um dia decisivo. Se tudo correr bem terei muito o que comemorar, mas vou passar perto, muito perto do laço do passarinheiro.

Mas é Nele que me fio.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 22h16
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Um quase amor de Carnaval

Aproveitei o feriado e dei um pulo em Pirenópolis. Levei comigo as minhas filhas, minha maninha Sandra e o Rodrigo, meu sobrinho. A cidade estava completamente tomada por turistas, como acontece em todo feriado prolongado. Quando isso acontece Pirenópolis vira uma Babel, com todos aqueles tipos exóticos dividindo o espaço minguado dos becos e vielas estreitas da parte antiga da cidade. Mas há uma tradição não escrita de tolerância entre todas as tribos, por mais diferentes ou antagônicas que sejam. E comotodo mundo conhece e respeita essa regra a convivência é pacífica e culturalmente produtiva, o que acaba favorecendo a aproximação e, claro, a paquera.

 

E foi nesse tumulto que esbarrei com a Andreia Prieto em frente ao Aravinda. Puxa vida! Fazia muito tempo que não via aquela mulher e, de repente, dou de cara com ela. Quando me deparei frente a frente com aqueles olhos verdes imensos minha cabeça deu algumas voltas e por pouco não cometo uma loucura. Foi quando meu anjo da guarda me deu um toque de que ela talvez ainda estivesse casada e com o marido por perto. Resgatei o juízo e recuei um pouco.

 

Ela percebeu meu quase desatino e tratou de ser regateiramente gentil. Com aquele mesmo sorrizo sacana de antes, quando se divertia me azarando, me cumprimentou baixinho e tão perto do meu rosto que pude sentir seu hálito quente e molhado. Só depois de alguns segundos retomei o controle da situação, retribuí o cumprimento e tentei descobrir com quem ela estava, especulando amenidades. Enquanto falávamos minha cabeça remexia lembranças do tempo em que estivemos juntos. Infelizmente não rolou mais nada depois disso. Ela realmente estava acompanhada do Marcos, que mesmo às turras ainda vive com ela.

 

A mim me restou o Carnaval, os becos, o casario, as lembranças... Mas encontrei algumas pessoas, conheci outras, novas histórias. Mas esse é assunto para uma outra ocasião.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 00h40
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