Sóstenes Antônio de Arruda
   
 
   



BRASIL, Homem, de 36 a 45 anos, sostenes.arruda@uol.com.br
 

  Histórico
 05/04/2009 a 11/04/2009
 28/12/2008 a 03/01/2009
 16/11/2008 a 22/11/2008
 19/10/2008 a 25/10/2008
 07/09/2008 a 13/09/2008

Outros sites
 Instituto Jordão de Arruda
 Carta Maior
 Anistia Internacional




 

 
 

A propósito.

Só para não me esquecer de contar numa outra hora, a temperatura esteve altíssima na Serra de Carajás durante toda a semana. Aliás, toda a região está fervendo num caldeirão perigoso. Cassação de prefeitos recém eleitos, julgamento dos acusados pelo "massacre de Eldorado de Carajás" - aquele em que policiais fuzilaram militantes do MST numa escaramuça em que havia muitas armas, ânimos exaltados e nenhuma ponderação de todos os envolvidos. Em meio à tudo isso, os Sem Terra bloquearam estradas em protestos tensos em várias cidades do Pará, principalmente Belém. O movimento intenso da PM e Polícia Civil, em viaturas novas e ligeiras lotadas de policiais fortemente armados, emprestavam ares ainda mais quentes à fervura.

Como eu já havia passado por situações extremas naquela região noutras oportunidades, e estava lá numa empreitada bastante arriscada, contrariando interesses de alguns vigaristas bem reputados naquela sociedade, confesso que fiquei muito apreensivo e só consegui relaxar quando, na madrugada de hoje, tomei um avião em Marabá com destino a Brasília.

Mas tudo isso é assunto para outra ocasião.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 21h10
[] [envie esta mensagem
]


 

 

Tudo certo.

Passei uma semana daquelas, num lugar daqueles, com pessoas que... bem, deixa pra lá. O que importa é que passei por tudo, lutei pelo que queria e obtive sucesso. Exatamente como eu precisava.

Obrigado, meu Deus! Também por isso.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 21h00
[] [envie esta mensagem
]


 

 

Direto da Serra de Carajás

Cheguei no começo da tarde ao Núcleo Urbano de Carajás, um lugar ímpar. A cidade, encravada em plena Floresta Amazônica, tem padrão europeu. É a contradição em seu estado mais bem acabado, principalmente se for levado em conta que a pouco mais de 20 quilômetros, no pé da Serra, está Parauapebas - o extremo oposto.

Até o momento tudo nos conformes, sem atropelos. Espero ser bem sucedido na empreitada que me aguarda.

Depois posto as notícias.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 15h44
[] [envie esta mensagem
]


 

 

Parauapebas, outra vez.

Estou sentindo um frio percorrer meu corpo, fazendo meu estômago contrair. Estou viajando novamente para Parauapebas, na Serra de Carajás, numa missão incerta e de certo modo perigosa. Não é exatamente medo, mas efeito compreensível da lembrança ainda fresca na memória de minha última experiência naquela latitude, na segunda semana de agosto último: trabalho desgastante, um calor infernal e, de quebra, assalto ao ônibus em que viajava...

Espero ser bem sucedido desta vez.



Escrito por Sóstenes Antônio de Arruda às 06h59
[] [envie esta mensagem
]


 

 
[ ver mensagens anteriores ]